O Rio de Janeiro vive um estado de insegurança crônico, agravado por tragédias como a ocorrida no Cefet-RJ, onde duas mulheres foram brutalmente assassinadas por um funcionário da própria instituição. O episódio expõe a falência das políticas de segurança sob o governo de Cláudio Castro, que não consegue conter a escalada da violência.

A tragédia no Cefet-RJ
- No dia 28 de novembro de 2025, duas servidoras do Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet-RJ) foram mortas a tiros dentro da instituição, no bairro Maracanã.
- As vítimas foram Allane de Souza Pedrotti, chefe da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino, e Layse Costa Pinheiro, psicóloga da instituição.
- O autor dos disparos, identificado como João Antonio Miranda Tello Ramos Gonçalves, servidor do Cefet, foi encontrado morto após cometer suicídio.
Reflexo da insegurança no estado
- O caso chocou pela facilidade com que o agressor circulava armado dentro de um centro de ensino, revelando falhas graves na prevenção e no controle de riscos.
- Estudantes relataram momentos de pânico, escondidos em salas de aula enquanto policiais tentavam conter a situação.
- A tragédia soma-se a uma longa lista de episódios de violência no Rio de Janeiro, que vão desde chacinas em comunidades até ataques em espaços públicos.
Crítica à gestão da segurança
- Sob o governo de Cláudio Castro, o Rio continua a registrar altos índices de homicídios e violência armada, sem políticas eficazes de prevenção.
- A sensação de insegurança é permanente: cidadãos vivem sob o medo de tiroteios, assaltos e tragédias como a do Cefet.
- A falta de investimentos em inteligência policial, prevenção e políticas sociais aprofunda o problema, deixando a população refém da violência.
O peso da omissão
- O assassinato de duas mulheres dentro de uma instituição de ensino deveria ser um ponto de inflexão, mas infelizmente se soma a um padrão de descaso.
- A sociedade clama por mudanças estruturais, mas o governo estadual insiste em respostas superficiais, sem atacar as causas da violência.
- O resultado é um estado em luto constante, onde vidas são ceifadas e a esperança de segurança parece cada vez mais distante.
O atentado no Cefet-RJ não é um caso isolado, mas um retrato da crise de segurança pública no Rio de Janeiro. A responsabilidade recai sobre a gestão estadual, que falha em proteger seus cidadãos e permite que a violência siga sem fim.


